Tem coisas que a gente não explica.
A gente sente.
A água é uma delas.
Você já parou pra pensar que, todos os dias, algo tão simples quanto um gole de água passa despercebido?
Ela está ali, silenciosa, essencial, constante.
Mas e se você olhasse pra isso de outro jeito?
Foi exatamente isso que o Prof. Hideo Shimizu fez.
Ele não viu a água apenas como um recurso.
Ele viu como uma presença.
E transformou isso em palavras.
Um convite para sentir
No livreto “Obrigado”, existe uma poesia que não foi feita para ser apenas lida…
foi feita para ser sentida:
Hino à mina: obrigado!
Água, água que brilhe em azul, cristalina,
contendo um encanto desconhecido.
A água é, por excelência, um veículo para
a condução e o armazenamento de cargas
magnéticas. Não por acaso, a maior parte
da rede magnética se encontra nos mares e
oceanos. Na Fazenda Anew, em Campo
Grande, de repente a água que salta sobre a
terra - dádiva para a humanidade - brilha
como brilhante, refletindo a luz do sol.
Sua superfície cintila com o menor
movimento, cujo reflexo clareia o homem.
Cada gole de água que tomo difunde algo
especial, fazendo com que eu sinta a
grandiosidade da terra gentil que é o Brasil.
Nesse ato, sentimos a sua extensão, a sua
força, alegria e vibração.
Tomando um gole, mais e mais se espalha
o sabor da felicidade. É o hino à dádiva da
natureza que possui uma cor azul brilhante.
Obrigado à água ANEW!
Talvez você nunca mais beba água da mesma forma
Depois de ler isso, é difícil continuar no automático.
Porque não é só sobre água.
É sobre presença.
Sobre perceber o que sempre esteve ali.
Cada gole passa a ter significado.
Cada momento se torna mais consciente.
A essência da Anew
A Água Anew nasce exatamente desse olhar.
Não é só uma marca.
Não é só um produto.
É um lembrete.
De que o essencial merece ser valorizado.
De que a natureza entrega mais do que a gente imagina.
E de que, às vezes, tudo que falta é… parar e agradecer.
Este conteúdo é baseado nas poesias do Prof. Hideo Shimizu, cuja sensibilidade e visão transformaram a água em palavras.
Adaptação: Gilberto Pereira
Revisão: Beth Klock
